https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/issue/feedAPEduC Revista - Investigação e Práticas em Educação em Ciências, Matemática e Tecnologia2026-06-02T15:02:25+00:00J. Bernardino Lopesblopes@utad.ptOpen Journal Systems<p><img src="/public/site/images/blopes/logo_revistaapeduc_horizontal_FINAL_(1).jpg"></p> <p> </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KhXds7ul680" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></p> <p>A <em>“<strong>APEduC Revista - Investigação e Práticas em Educação em Ciências, Matemática e Tecnologia</strong>”</em> - ISSN: 2184-7436, adiante designada <em>“<strong>APEduC Revista</strong>”</em> é uma publicação Científico-Didática eletrónica da Associação Portuguesa de Educação em Ciências (APEduC).</p> <p>A <strong><em>APEduC Revista</em></strong> tem como foco principal a educação científica, matemática e tecnológica, em contextos formais e não formais. Valoriza de igual modo a investigação e a prática fundamentada pertinentes para estas áreas bem como a articulação entre ambas.</p> <p>Esta revista pretende influenciar a educação em Ciências, Matemática e Tecnologia, em Portugal e no Mundo através da concretização dos seguintes objetivos:</p> <ul> <li class="show">Aprofundar e alargar a base teórica e empírica do campo da educação científica, matemática e tecnológica através de estudos e investigações que permitam melhorar a qualidade da educação formal e não formal nestas áreas do saber.</li> <li class="show">Promover a ampla divulgação de estudos em áreas de interesse de professores, educadores e aprendizes de Ciências, Matemática e Tecnologia.</li> <li class="show">Colocar em contacto e diálogo permanente a investigação e a prática educativa no campo da educação científica, matemática e tecnológica.</li> </ul> <p>Identifica-se como público alvo da<strong> <em>APEduC Revista</em></strong>: investigadores, professores, formadores e estudantes de pós-graduação em educação (formal e não formal) em Ciências, Matemática e Tecnologia e divulgadores destas áreas de saber de Portugal e do mundo.</p>https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/719EDITORIAL 7(1)2026-06-02T14:59:25+00:00J. Bernardino Lopesblopes@utad.pt<p>Editorial 7(1)</p>2026-05-28T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/635PROMOVER A LITERACIA DE PROMPTS PARA USO DO CHATGPT EM ATIVIDADES PRÁTICAS DE GEOLOGIA2026-06-02T15:02:25+00:00Marcus Pereira Juniorm.junior@ua.ptBetina da Silva Lopesblopes@ua.ptMarta AbelhaMarta.Abelha@uab.pt<p>As escolas têm atravessado transformações, no âmbito de estratégias pedagógicas inovadoras, onde metodologias ativas emergem como aliadas no ensino de ciências, como, por exemplo, a aplicação da Inteligência Artificial Generativa. Deste modo, desenvolveu-se um estudo de caso com estudantes do 11.º ano sobre literacia de prompts em ChatGPT como recurso para atividades práticas de Biologia e Geologia. Para tal, realizou-se uma aula-treino sobre a temática, com posterior aplicabilidade em atividades práticas no domínio de Geologia. Num estudo qualitativo, descritivo e exploratório, procurou-se caracterizar as perceções dos estudantes sobre a utilidade do ChatGPT como ferramenta consultiva na aprendizagem das ciências, bem como identificar uma diversidade estratégica de utilização da ferramenta. Os resultados evidenciam uma caracterização táctica de utilização do ChatGPT e uma perceção global positiva sobre a utilidade da tecnologia, destacando-se a importância em desenvolver com os estudantes uma literacia de prompts direcionada para a aprendizagem das ciências.</p>2026-05-28T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/630PENSAMENTO COMPUTACIONAL COMO CATALISADOR EPISTEMOLÓGICO2026-05-29T09:32:02+00:00Marcos Salvatierramsalvatierra@uea.edu.brKarla Christina Tribuzy Bandeiraktribuzy@ufam.edu.brJosé Manuel Samojmsamo@gmail.com<p>A educação matemática frequentemente enfrenta a fragmentação curricular e o predomínio de práticas procedimentais, reduzindo as oportunidades de construção de significado e de enfrentamento de problemas reais. Este artigo discute o Pensamento Computacional como catalisador epistemológico, articulado à luz da Teoria da Objetivação. A análise teórica evidencia o Pensamento Computacional como mediação semiótica, ethos investigativo e caminho natural para a transdisciplinaridade. Os resultados apontam que o Pensamento Computacional amplia a representação matemática, promove a investigação colaborativa e integra diferentes domínios de conhecimento. A principal contribuição consiste em reconhecer o Pensamento Computacional não apenas como programação, mas como forma de pensamento que potencializa a aprendizagem matemática e prepara os estudantes para os desafios complexos do século XXI.</p>2026-05-28T15:35:13+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/675INCLUSÃO NO ENSINO DAS CIÊNCIAS2026-05-29T09:32:00+00:00Ana Maia Fernandesana.maia.fernandes@ubi.ptSandra Soaresshsoares@ubi.ptSofia Cardimsofiacardim@ipb.pt<p>As Aprendizagens Essenciais (AE) constituem o referencial curricular que orienta o ensino das ciências no sistema educativo português, influenciando a seleção e aplicação do conhecimento científico. O presente estudo analisa comparativamente as AE de Física e de Química do 12.º ano, identificando convergências e divergências na História da Ciência, na dimensão socio-científica, na orientação STEM e na promoção de abordagens inclusivas, com particular atenção à questão do género. Recorreu-se a uma metodologia mista, baseada na análise documental de textos curriculares oficiais. Os resultados evidenciam diferenças na operacionalização dos princípios curriculares comuns, destacando-se maior centralidade da contextualização socio-científica e da argumentação na Química, em contraste com uma abordagem mais formal e tecnocêntrica na Física. Conclui-se que, embora as AE não constituam um obstáculo normativo à inclusão, estas diferenças têm implicações para a prática docente, exigindo opções pedagógicas conscientes que favoreçam uma educação científica mais equitativa e a literacia científica.</p>2026-05-28T15:36:19+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/628A PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO CEARENSE SOBRE A PREVENÇÃO DA COVID-192026-05-29T09:31:58+00:00Paula Victória Soarespaulavictoriasoares8@gmail.comJeferson Santana dos Santosjeferson.santos@prof.ce.gov.brOriel Herrera Bonillaoriel.herrera@uece.br<p>A pandemia da COVID-19 causou profundas alterações na Educação, introduzindo novos padrões comportamentais e sociais nos alunos. Esta pesquisa visou descrever a opinião de estudantes do Ensino Médio de uma escola localizada em Fortaleza-Ceará sobre as medidas de prevenção da COVID-19, bem como sua relação com as fontes de informação. Foi aplicado um questionário anônimo formado por 16 questões (subjetivas e de múltipla-escolha) a 4 turmas do segundo ano do Ensino Médio. Os resultados foram analisados com suporte do Excel e também por meio da Análise de Conteúdo. Os achados indicam mais de 85% de aprovação das medidas de mitigação da doença, a partir de justificativas baseadas no conhecimento científico sobre os aspectos da doença e na vivência durante a pandemia. A presente pesquisa levanta a relação entre os estudantes e esse momento de crise de saúde pública como oportunidade de repensar novos caminhos para a Educação em Saúde</p>2026-05-28T15:37:29+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/665ESTUDO DOS ANAIS DA FEIRA DE CIÊNCIAS DO SEMIÁRIDO POTIGUAR: EXPLORANDO AS TEMÁTICAS AMBIENTAIS ENTRE 2011-20212026-05-29T09:31:54+00:00João Pedro Mardegan Ribeirojpedromardegan@gmail.com<p>Este artigo apresenta um estudo focado em uma análise bibliográfica, que teve como objetivo discutir e compreender a presença das temáticas ambientais nos projetos desenvolvidos em escolas do Rio Grande do Norte e apresentados na Feira de Ciências do Semiárido Potiguar, analisando os anais do evento da primeira, 2011, até a última edição disponível, 2021. Foram recuperados mil setessentos e quarenta e dois resumos, e entre estes mais de seiscentos trabalharam com temáticas ambientais. Os principais resultados demonstraram que os estudantes e professores da região do Semiárido Nordestino têm-se preocupado com as questões socioambientais e, por meio do desenvolvimento dos projetos científicos nas escolas e apresentados na feira, têm buscado alternativas para as problemáticas ambientais e sociais que encontram, com viés de construir comunidades e espaços mais sustentáveis de vivência.</p>2026-05-28T15:38:33+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/702OS CONTEÚDOS CORDIAIS PARA UMA BIOLOGIA HUMANIZADA2026-05-29T09:31:52+00:00Wallace Viana Evangelistawvevangelista@unifesp.brEliane de Souza Cruzecruz@unifesp.br<p>Este trabalho é um recorte de uma pesquisa sobre os materiais digitais de 2024 do Repositório do Centro de Mídias de São Paulo (CMSP) da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP). Os temas descritos no livro “Conteúdos cordiais: biologia humanizada para uma escola sem mordaça” de Teixeira, Oliveira e Queiroz (2019) foram analisados por meio de cinco categorias baseadas nos princípios da Ética Cívica Cordial de Adela Cortina (2007). Estas categorias revelaram que 37 das 56 aulas do componente curricular de Biologia do 1º ano do ensino médio tiveram algum tipo de alinhamento, seja total ou parcial, aos princípios de Cortina, evidenciando uma Biologia Humanizada. Por fim, discute-se a revisão da formação inicial e continuada docente para serem Agentes Socioculturais e Políticos capazes de tomar decisões sobre a integração dos conteúdos cordiais no currículo das Ciências da Natureza.</p>2026-05-28T15:39:50+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/619CRIAÇÃO DE RECURSOS EDUCATIVOS FÍSICOS INTERDISCIPLINARES NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES2026-05-29T09:31:50+00:00Bento Cavadasbento.cavadas@ua.ptAna Carina Carvalho200200179@ese.ipsantarem.ptBárbara Martins200200110@ese.ipsantarem.ptCamila Oliveira200200074@ese.ipsantarem.ptJoana Lopes200200237@ese.ipsantarem.ptJuliana Antunes200200087@ese.ipsantarem.ptNeusa Branconeusa.branco@ese.ipsantarem.pt<p>A capacidade de seleção e elaboração de recursos educativos fazem parte das competências a desenvolver na formação inicial de professores. Neste trabalho apresentam-se os resultados do desenvolvimento de recursos educativos físicos interdisciplinares por futuras professoras, em aulas de didática das ciências e matemática, lecionadas em <em>co-teaching</em>. Trabalhando colaborativamente em grupos, as futuras professoras seguiram as etapas do processo de design de engenharia para a criação dos recursos. Desse trabalho resultou a elaboração de dois recursos interdisciplinares: um visa a exploração de rótulos de alimentos através de representações gráficas e o outro articula a medição de ângulos com as porções da roda dos alimentos. Foi realizado um <em>focus group</em> após o trabalho onde se destacou a importância da estrutura do processo design de engenharia para estruturar a criação desses recursos e o contributo do trabalho colaborativo para desenvolvimento de competências de planificação e de criação de recursos interdisciplinares, pelas futuras professoras.</p>2026-05-28T15:41:02+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/664PRÁTICAS DE ENSINO EXPLORATÓRIO E A PLATAFORMA HYPATIAMAT2026-05-29T09:31:47+00:00Daniela Matos Diasdanielamdias90@gmail.comPatrícia Santos Luíspatriciasantos1122003@gmail.comRita Lopes Freireritalf.03@gmail.comRita Neves Rodriguesritanevesrodrigues@hotmail.comFernando Manuel Lourenço Martinsfmlmartins@esec.ptFilipa Alexandra Fontes dos Reis Pintofilipafrpinto@gmail.com<p>O conceito de área, introduzido no 1.º Ciclo do Ensino Básico, apresenta uma complexidade que exige um desenvolvimento gradual. Este artigo descreve uma prática implementada numa turma do 4.º ano de escolaridade do 1.º Ciclo do Ensino Básico, na qual foram observadas dificuldades em conteúdos do tema Geometria e Medida, especificamente no conceito de área. A Prática de Ensino Exploratório, realizada em duas sessões, integrou o uso da Plataforma <em>Hypatiamat</em> para promover a compreensão de conceitos subjacentes à área do retângulo. Os resultados sugerem que esta ferramenta digital contribuiu para aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre este tema. Assim, o estudo demonstra que a articulação entre Práticas de Ensino Exploratório e as ferramentas digitais potencia a compreensão de conceitos complexos, como o de área, revelando-se uma estratégia valiosa para o ensino da Matemática.</p>2026-05-28T15:42:06+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/721REPRESENTAÇÕES VISUAIS DIGITAIS COMO MEDIADORES EPISTÉMICOS EM TAREFAS DE FÍSICA E QUÍMICA2026-05-29T09:31:45+00:00Carla Márcia Vilela Alvescarlavilelaalves@gmail.comAna Edite Cunhaanaeditecunha@escolasaopedro.ptIsabel Cristina Sousaisabelsousa@escolasaopedro.ptMaria Fátima Mourafatimacoelho@escolasaopedro.pt<p>Este estudo analisa o papel das representações visuais digitais como mediadores epistémicos na aprendizagem de Física e Química no ensino secundário. Parte da ideia de que estas representações não são apenas ilustrativas, mas instrumentos essenciais para a construção e validação do conhecimento científico. Foram implementadas tarefas com simulações PhET em três turmas, promovendo exploração e interpretação de fenómenos científicos, no âmbito de uma formação sobre abordagens investigativas. A análise baseia-se em Saraiva (2017) e numa tipologia das funções das representações visuais. Os dados incluíram fichas dos alunos, registos escritos e pré e pós-testes. Os resultados mostram que, com tarefas estruturadas e mediação docente intencional, as representações podem assumir estatuto epistémico, melhorando a interpretação, a articulação simbólica e o uso de evidências. Conclui-se que esse estatuto depende da articulação entre tarefa, mediação docente e ação dos alunos.</p>2026-05-28T15:43:11+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/696ÁGUA E SANEAMENTO COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS2026-05-29T09:31:43+00:00Ernani Viana de Souza Juniorernani.souza@ifg.edu.brRoberto Dalmo Varallo Lima de Oliveirarobertodalmo7@gmail.comNyuara Araújo Mesquitanyuara2006@gmail.com<p><span class="BZ_Pyq_fadeIn">O </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">presente </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">trabalho </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">apresenta </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">o </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">relato </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">uma </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">prática </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">educativa </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">desenvolvida </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">na </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">disciplina </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Tratamento </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Água </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Efluentes </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">do </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">curso </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Técnico </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">em </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Química </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">do </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Ensino </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Médio </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Integrado </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">do </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Instituto </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Federal </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Goiás (</span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">IFG), </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">campus </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Luziânia. </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">A </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">proposta </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">fundamenta-</span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">se </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">na </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Educação </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">em </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Direitos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Humanos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">na </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">perspectiva </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">dos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Conteúdos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Cordiais, </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">buscando </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">relacionar </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">conhecimentos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">técnico-</span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">científicos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">às </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">relações </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">sociais. </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Foram </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">realizadas </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">duas </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">ações, </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">compostas </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">por </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">cinco </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">intervenções </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">pedagógicas, </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">que </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">abordaram </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">o </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">direito </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">humano </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">à </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">água </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">ao </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">saneamento </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">por </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">meio </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">debates </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">em </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">sala </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">aula </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">atividades </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">avaliativas, </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">como </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">a </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">produção </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">podcasts </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">a </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">elaboração </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">um </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">jornal. </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">As </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">interações </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">em </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">sala </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">os </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">materiais </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">produzidos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">pelos </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">estudantes </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">foram </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">analisados </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">a </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">partir </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">das </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">transcrições </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">das </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">aulas </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">das </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">produções </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">escritas. </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">Os </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">resultados </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">indicam </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">mobilização </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">de </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">experiências </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">locais, </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">reflexão </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">crítica </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">sobre </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">desigualdades </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">no </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">acesso </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">à </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">água </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">articulação </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">entre </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">formação </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">técnica </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">e </span><span class="BZ_Pyq_fadeIn">humana.</span></p>2026-05-28T15:48:13+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/708SABERES INDÍGENAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EM CIÊNCIAS DA NATUREZA2026-06-02T14:50:56+00:00Matheus Luciano Duarte Cardosomatheuscardoso.edu@gmail.comThaís Cyrino de Mello Foratothais.forato@unifesp.br<p>Este trabalho investiga as potencialidades de uma proposta didática fundamentada nos referenciais dos Conteúdos Cordiais e da Astronomia nas Culturas, integrando a Educação em Direitos Humanos ao Ensino de Ciências da Natureza. Elencam-se saberes indígenas do calendário Palikur-Arukwayene para ressignificar o apagamento histórico de povos tradicionais e valorizar conhecimentos imersos em suas cosmopercepções. A implementação ocorreu em um contexto de formação inicial de professores(as) de Ciências, no Brasil, por meio de atividades que exemplificaram a inserção de conteúdos cordiais passíveis de adaptação à prática docente. Os resultados indicam que a proposta promoveu engajamento e sensibilização à temática. Conclui-se que, embora a diversidade de recursos tenha sido positiva, uma adequação no tempo didático é fundamental para ampliar o protagonismo de licenciandos(as) e potencializar discussões críticas e significativas.</p>2026-05-28T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/662ENSINO POR INVESTIGAÇÃO E ROBÓTICA EDUCATIVA NO CONTEXTO DO PERFIL DOS ALUNOS À SAÍDA DA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA EM PORTUGAL2026-05-29T09:32:15+00:00Patrick Ribeiro Rodriguespedluro891@gmail.comThais de Moraes Calado Reisthaisr@id.uff.brDaniela Filipa Maio de Castro Ferreiradanilipa77@gmail.comMario Reismarioreis@id.uff.brPaulo Henrique Dias Menezespaulo.menezes@ufjf.br<p>Atividades investigativas e robótica educativa são frequentemente apontadas como estratégias didácticas que favorecem a compreensão conceptual e o desenvolvimento de competências essenciais ao trabalho científico. Este estudo apresenta o relato de uma atividade que procura compreender se o ensino por investigação, associado à robótica educativa, pode contribuir para a aquisição das competências indicadas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) – documento curricular do sistema educativo português. Para tal, foram organizadas oficinas de programação e robótica que integram o ensino investigativo num ambiente de aprendizagem interdisciplinar, alinhado com as competências previstas no PASEO. Os dados foram recolhidos através de relatórios elaborados pelos estudantes e pela tutora das oficinas, bem como de questionários aplicados no início e no final das atividades, sendo analisados com a técnica de análise de conteúdo. Os resultados sugerem que esta combinação metodológica pode ser eficaz na promoção das competências delineadas no referido documento.</p>2026-05-28T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/718ECOS DO FUTURO NA SALA DE AULA - INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, MATEMÁTICA & TECNOLOGIA2026-05-29T09:31:40+00:00Bruno Afonso GavaiaBrunogavaiate@hotmail.comAntónio Pedro Costaapcosta@fpce.up.ptPaulo Moura Oliveiraoliveira@utad.ptJ. Bernardino Lopesblopes@utad.pt<p>Nesta mesa redonda debateu-se os impactos da inteligência artificial (IA) nas práticas educativas, destacando-se a sua natureza simultaneamente instrumental e disruptiva. Os intervenientes discutiram a necessidade de repensar o ensino, a aprendizagem e a avaliação, sublinhando que a IA não deve ser encarada apenas como ferramenta, mas como elemento transformador das dinâmicas pedagógicas e dos papéis de professores e alunos. Foram analisadas questões relativas à literacia em IA, à autonomia docente, à aprendizagem efetiva, bem como aos riscos de delegação cognitiva, plágio e perda de pensamento crítico. Foram defendidas mudanças na natureza das tarefas, maior foco nos processos de aprendizagem e o desenvolvimento de competências éticas e epistemológicas. Concluiu-se que a integração da IA exige regulação institucional, supervisão humana, novas abordagens pedagógicas centradas no pensamento crítico e na agência dos estudantes e mais trabalho de campo e investigação empírica sobre o uso da IA.</p>2026-05-28T15:51:37+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/694O SUGESTÃO DE INTEGRAÇÃO DO RECURSO DIDÁTICO “SIMULAÇÃO INTERATIVA PHET – LABORATÓRIO DO CAPACITOR: BÁSICO”2026-05-29T09:32:13+00:00Welligton Cantanhede dos Santoswellingtonc.santos@hotmail.comEdvan Moreira Edvanedvan.moreira@fisica.uema.br2026-05-28T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://apeducrevista.utad.pt/index.php/apeduc/article/view/700ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NUMA VIRADA CULTURAL NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS2026-05-29T09:31:39+00:00Glória Regina Pessôa Campello Queirozgloriapcq@gmail.comGiselle Faurgisellefaur@gmail.com<p>Neste trabalho, partimos da ideia já consolidada da Ciência como parte da Cultura para incluir conhecimentos Yanomami, em especial os apresentados no livro A Queda do Céu, construindo caminhos no Ensino de Ciências que valorizam práticas dialógicas e cordiais que incluem diversas culturas e povos. Para isso, apresentamos o processo dinâmico de desenvolvimento de pesquisas que buscam dar conta de elementos e dimensões da Educação em Ciências e seus referenciais teórico-metodológicos. Privilegiamos aqui a Alfabetização Científica e seus eixos estruturantes e a formação inicial de professores como espaço privilegiado para pensar a ciência e seu ensino. Concluímos com a ideia de Complexidade como caminho de integração. Na busca por diálogos interculturais, localizamos pontos de convergência entre os Conhecimentos indígenas e os da Ciência hegemônica e problematizamos a visão empírico-indutivista da ciência ainda ensinada e que influencia negativamente o modo de entender outras formas de conhecimento por considerá-las inferiores.</p>2026-05-28T16:26:59+00:00##submission.copyrightStatement##